Razões para incentivar a adoção de animais de estimação

Enviada em 13/10/2022

Promulgada em 1948, a Constituição Cidadã garante a todos os brasileiros o direito a qualidade de vida e o bem-estar social. No entanto, essa premissa jurídica

não é atendida na prática devido a falta de incentivo para a adoção de animais de estimação. Nesse sentido, convém analisar o impacto dessa problemática.

Primordialmente, é imperioso salientar a necessidade da convivência entre o tutor e o animal para a harmonia mútua. Segundo o sociólogo Émile Durkheim, a sociedade é um organismo vivo e para o seu correto funcionamento é preciso a coesão entre todas as suas partes. Sob esse ponto de vista, é nítido a relação de dependência entre animais racionais e irracionais. Desse modo, é vital o estímulo a adoção de animais adaptados ao meio doméstico para o equilíbrio comunitário.

Ademais, cabe pontuar a importância do animal de estimação para o desenvolvimento da inteligência cognitiva. De acordo com o empirista David Hume, o contato sensorial é capaz de possibilitar a expansão das barreiras mentais. Nessa linha de raciocínio, coexistir com espécies diferentes da humana pode estimular o desenvolvimento de crianças e de pessoas com dificuldade intelectual. Logo, é essencial o estilo de vida que engloba essa relação de forma interdependente.

Infere-se, portanto, as razões para o incentivo a adoção de animais de estimação. Por esse motivo, compete ao Ministério da Cidadania a criação de campanhas que impulsionem a tutoração, por meio de verbas dos impostos federativos. Esssas campanhas precisam serem ministradas por meio de cartazes e informativos televisivos feitos por veterinários renomados informando a população sobre a necessidade da adoção como instrumento de coesão social. Com objetivo de influênciar positivamente a adoção.