Razões para incentivar a adoção de animais de estimação

Enviada em 28/03/2023

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 32°, direito a proteção dos animais domésticos como inerente a todo os “bichinhos de estimação”.Conquanto, tal prerrogativa não tem se rever-berado com ênfase na prática quando se observa as razões para incentivar a ado-ção dos “pets”, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o abondono de animais de estimação. Nesse sentido, as pessoas precisam ter consciência ao adotar-los, para não deixar-los sozinhos em casa, sem comida e eles precisam passear diariamente para não ficarem extressado. Essa conjuntura , segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre a função de garantir que os “pets” desfrutem de direitos indispensáveis, como a proteção “aos bichos”, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o maus tratos como impulsionador da judia-ção de animais no Brasil. Segundo o “G1”, adotar um cão, um gato, diminui 25% o risco de problemas cardiovasculares. Diante de tal exposto, criar um “gatinho” po-de ser agradável, o problema é os maus tratos que estes vêm sofrendo, o dono deixar seu “animalzinho” com fome para ensinar uma lição, como “não fazer xixi no lugar errado”. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreenda-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, è imprescindível que o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Re-cursos Naturais Renováveis), por intermédio da população em ajudar a fiscalizar os agressores de animais, denunciando as autoridades, com a finalidade de punir-los.

Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.