Razões para incentivar a adoção de animais de estimação
Enviada em 20/08/2024
Conforme a perpectiva filosófica do físico Albert Eintein, “A bondade é a única coisa que se multiplica quando se divide”. Através da afirmação, seguindo o intuitivo discernimento de busca, dos contextos onde é aplicável, torna-se notória a adoção de animais de estimação(pets). Analogamente, embora amplamente presentes no Brasil(quase 140 milhões de lares, segundo o IBGE), é sábido que a preferência majoritária constitui-se por animais de raças conceituadas, negligenciando a adoção. Outrossim, casos de maus-tratos ainda são comuns e recorrentes, explanando a necessidade de cuidados com esses seres vivos.
Por conseguinte, uma vez que a compra de pets seja prioritária em relação a adoção, inúmeros cães e gatos - e demais - são submetidos ao precário cenário de escassez da qualidade de vida. Por encontrarem-se sob cuidado de organizações voluntárias sem devido financiamento e, em cenários piores, abandonados, não possuem capacidade de sobreviver adequadamente. Ocorrências assim representam um demasiado despautério, reforçado pela icônica citação “O cão é o melhor amigo do homem”, onde existe uma ideia oposta ao que é visto.
Dessarte, além do abandono, exemplares encontrados na rua também são frequente vítimas de agressões. Manifestadas de diversas formas, como golpes ou envenenamento, retratam antipatia e crueldade por parte dos agressores. Consolidando a tese de Sigmund Freud, “A civilização é em grande parte responsável pelas desgraças humanas”, a conclusão, que define causa e decorrência, parte da falta de conscientização de indivíduos. Esses, desprovidos do senso de importância - residente na existência e bons cuidados com seres vivos domésticos - prosseguem com atitudes dignas de consequências jurídicas.
Logo, a elevada demanda por adoção precisa ser suprida, obrigando novas medidas e atitudes. Assim, é intrínseco que o Governo Federal - responsável pela administração das verbas públicas - auxiliado pelo Departamento de Proteção, Defesa e Direitos dos Animais(DPDA) intervenham por meio da criação de uma lei para proibir o abandono. Por meio de incentivos monetários, será viável que mais pessoas e organizações possam manter e financiar animais, antes sem moradia. Desse modo, haverá mais razões e incentivo para a adoção de animais domésticos.