Reformas do sistema previdenciário brasileiro
Enviada em 15/05/2018
A chamada geração baby boomer derivou de uma estabilidade no período de 1950 e gerou uma explosão demográfica. E quando, se observa seus efeitos nos dias de hoje, fica fácil notar o grande contingente de aposentados e a dificuldade da previdência em relação aos mesmos. No entanto, medidas governamentais assertivas e uma educação econômicas as futuras gerações, podem auxiliar a reverter esse quadro.
Em primeiro lugar, discutir sobre medidas governamentais se faz necessária. Isso porque, muitas medidas adotadas pelo mesmo, pode não agradar a população, e como exemplo a elevação da idade mínima se configurou economicamente um bom viés de escape ao problema previdenciário, o qual já foi adotado por grandes potências como França, Japão e Alemanha, serve de exemplo ao panorama brasileiro.
Outro ponto relevante, nessa temática, é uma possível educação econômica as gerações futuras. Pois, para o filósofo Paulo Freire, sem educação não há possibilidade de mudança, é possível aplicar tal preceito a questão, e o incentivo as poupanças individuais como a capitalização, pode tirar os futuros aposentados de uma dependência total do INSS. No entanto, a medida necessita se intendida pela própria população.
É evidente, portanto que o sistema previdenciário se encontra em deficit gerado pela explosão da geração baby boomer, e para reverter essa problemática, além das medidas governamentais já aplicadas, é importante também a união do INSS, banco e escolas para que essa tríplice possa levar os ensinos as crianças e adolescentes buscando aflorar o interesse por sistemas de capitalizações de forma didática essas poupanças individuais e o valor de se guardar fundos, com intuito de educar economicamente para que os futuros aposentados não precisem depender unicamente do sistema social. E dessa forma, através da premissa de Paulo Freire, garantir que a previdência seja mais reparada a longo prazo.