Reformas do sistema previdenciário brasileiro
Enviada em 08/08/2018
Um grande problema dos países desenvolvidos europeus é a inversão da Pirâmide Etária (gráfico o qual mostra a distribuição da população por idade e sexo), pois atualmente a maior parte do povo é idoso e a PEA está diminuindo, causando um rombo previdenciário. Entretanto, o Brasil possui o mesmo transtorno agora, assim o governo está mudando as leis da previdência.
Em 1885, a Lei do Sexagenário foi assinada concedendo liberdade a escravos com mais de 60 anos, todavia a maioria dos servos não sobreviviam até tal. E no presente momento, o governo brasileiro aumentou a idade minima e o valor da contribuição, para os idosos poderem adquirir suas aposentadorias, assemelhando-se ao fato citado. As autoridades justificam a extensão da idade miníma, alegando que a expectativa de vida progrediu, contundo deve-se lembrar que esse avanço não é igual para todas as regiões brasileiras, dado que a população nordestina tem longevidade até 71 anos e a sulista até 85 anos.
Essas reformas não seriam necessárias , caso a sociedade poupasse dinheiro desde a juventude. Segundo o filósofo Arthur Schopenhauer, o caos atual é o reflexo da mente dos indivíduos, ou seja, a sociedade joga o peso previdencial a responsabilidade governamental, como as autoridades não estão suportando resolver entre eles, o próprio povo arcará para solucionar a problemática.
Portanto, cabe ao Poder Legislativo brasileiro propor leis as quais levem em conta a capacidade de pagamento durante o tempo de contribuição, segundo a classe financeira da pessoa. Para que os idosos não sejam injustiçados economicamente, porque todos têm direito de possuir uma vida digna, mesmo na velhice.