Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 01/11/2018

Desde a Constituição Federal de 1988, percebe-se que o Estado brasileiro deve defender os direitos básicos de um cidadão. No entanto, no Brasil compreende-se que, a previdência não vem recebendo ação do governo mostrando assim, a falha da constituição na prática. Por consequência da falta de reformulação na previdência e dividas perdoadas pelo estado, reflete-se na realidade dos aposentados.

Em uma primeira análise, coloca-se a aplicação das leis como o problema. A falta de leis bem reformuladas pela previdência vem trazendo para o governo um alto custo, tendo em vista, o PIB de cerca de 700 bilhões para o pagamento da previdência. Um grande problema para a previdência e o número de super aposentadorias dos servidores federais que recebem cerca de 20 mil reais por mês. No entanto, isso trás um alto gasto e a um gigantesco aumento da desigualdade entre aposentados.

Outrossim, destaca-se a falta de conhecimento por parte da sociedade como o impulsionador do problema. A ausência de informação pela população sobre dívidas perdoadas pelo estado de empresas privadas como incentivo fiscal como um impedimento. Logo, para cobrir essas dívidas o governo gera cortes de gastos no estado com intuito de esconder essa problemática. Por consequência, áreas como saúde, educação, segurança e a previdência sofreram cortes.

Fica claro, portanto, que a panorama atual da previdência vem sendo visualizado como algo sem importância. Podemos concluir que o governo, junto ao Ministério da Previdência Social (MPS), deveriam criar um padrão de de salário que mantém um padrão de vida de um pessoa e colabore com a igualdade entre aposentados diminuindo o número de super aposentadorias. E o Ministério da Fazendo deveria incentivar o pagamento de dívidas de empresas privadas sem que acha perdão dos débitos , construindo um fiel modelo de previdência da constituição.