Reformas do sistema previdenciário brasileiro
Enviada em 22/02/2019
Durante a 2ª Revolução Industrial presenciou-se a luta da massa operária em busca de seus direitos. Hodiernamente tentam alterar estes direitos, em especial o da previdência social. Nesse contexto é indubitável os danos que serão causados, ocasionando em uma falta de capacitação, mas também em um aumento da desigualdade social.
Há vinte anos atrás o número de formados no ensino superior era baixíssimo, segundo o IBGE em 2000 somente 4,4% da população haviam concluído o ensino superior. Este número teve uma grande crescente em 2010, já que 7,9% da população havia se graduado. Porém, podemos ter um movimento retrógrado consoantes as mudanças ocorridas na previdência. Uma grande parcela da população deixará de formar-se para trabalhar, e desfrutar do auxílio a aposentadoria.
Outrossim, presenciará gradativamente uma maior desigualdade social. Visto que grande porcentagem da população se encontrará desempregada. Deve-se, a mão de obra especializada, e um mercado fechado, que contrata somente capacitados. Ocasionando em um grande déficit na previdência, já que poucos contribuirão com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Ocasionando futuramente em uma sociedade inválida e pobre.
Consoante aos fatos supracitados surgem formas de mitigar a problemática. A família deve exercer um papel fundamental, proporcionando uma educação financeira. O Ministério da Educação deve criar uma disciplina de economia, ensinando a população a administrar o seu dinheiro. Por fim, o Judiciário deve fiscalizar, conferindo à população o seu recebimento. Somente assim as lutas pelos direitos durante a 2ª Revolução Industrial irão perdurar.