Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 15/06/2019

Em meados de 1885, foi aprovada a Lei dos Sexagenários, que previa liberdade aos escravizados a partir dos 60 anos. Contudo, apesar de tal medida, esta não se incorpora por completo em sociedade, visto que milhões de indivíduos sofrem pela Reforma da Previdência e seus impactos. Nesse sentido, convém analisar que o Estado potencializa essa revolta tanto pela superexploração do trabalho quanto pela perspectiva de gênero, ligada ao público feminino e a expectativa de vida.

Consoante ao sociólogo Alemão Karl Marx, a superexploração do trabalhador, em detrimento aos valores reais os quais lhe são pagos desigualmente, caracteriza a ‘‘Mais Valia’’, que consiste no lucro do Capital baseado nas classes menos favorecidas. Prova disso, cabe salientar que o Governo tende induzir que trabalhador chegue cada vez mais propínquo ao seu limite de trabalho, próximo à expectativa de vida cujo leva ao escasso aproveitamento do seu bem viver. Paralelamente, este é o objetivo estatal, impor a produtividade constante do trabalho com a  função de não retornarem as parcelas reais totais ao indivíduo aposentado após sua contribuição.

Em primeiro lugar, observa-se que o Estado  põe em primeira marcha a aposentadoria feminina, ao impor sua liberação do trabalho de modo veloz. Prova disso, o qual tende a estabelecer que as mulheres agregam o trabalho doméstico ao remunerado, e logo possuem mais ‘‘regalias’’ devido a essas duas ocupações, conforme essas gastam cerca de 73% no ramo doméstico a mais que os homens. Nesse sentido, cabe a observar que o Estado usa a expectativa de vida como algo positivo em seus planos, em virtude má remuneração trabalhista por idade.

Faz-se mister que haja nos debates realizados pelo Estado em prol de novas perspectivas , a fim de evitar reformas radicais que prejudique o aposentado, que lhe conceda gozar de suas virtudes. Fica claro também, uma ‘‘segregação de massa’’ pelo sistema previdencial com a  finalidade de um financiamento igualitário, logo a evitar um colapso previdencial.