Reformas do sistema previdenciário brasileiro
Enviada em 26/06/2019
É inevitável a percepção do problema a cerca da Previdência brasileira, cujo rombo chega a aproximadamente R$167 bilhões de reais, desencadeando uma enorme dívida nas contas do país. Outrossim, a desigualdade social e o desemprego tornam as propostas da Reforma injustas e prejudiciais a maior parte da população.
Em primeiro lugar, percebe-se a necessidade de mudanças na aposentadoria, já que a mesma baseia-se em uma Constituição antiga, dessa forma, não resolvendo a problemática da sociedade atual. Segundo o sociólogo Max Weber, a principal causa das mudanças sociais é o crescimento do capitalismo.
Ademais, a preocupação da população em torno da Reforma, se baseia na idade mínima para conquistar a aposentadoria, onde teríamos que trabalhar até pelo menos nossos 65 anos. Esse fator é desigual no Brasil, pois a expectativa de vida varia muito dentro do país, sendo inviável essa implantação em um estado em que a maioria não vive até os 75 anos.
Entretanto, o desemprego no Brasil atinge uma taxa de 12,4%, dando enfoque a questão da cobrança do INSS, que por muitas vezes não consegue suprir os gastos necessários aos aposentados. Com isso, não existirá dinheiro para as futuras gerações se aposentarem, sendo assim, essenciais a tomada de novas medidas.
A fim de tornar a reforma mais justa, tem-se a necessidade de respeitar as diferenças culturais e sociais da sociedade brasileira, impondo medidas divergentes entre a população, por meio de uma alteração na PEC que possibilite a análise da expectativa de vida dentro das regiões do país.