Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 01/07/2019

Uma vez Friedrich Schiller disse: “A grandeza exige sacrifícios”, assim como a situação econômica atual do país, devemos perder privilégios agora se quisermos tem um futuro garantido. Mesmo que seja difícil para alguns, não se pode manter a previdência atual, a qual não da conta de cobrir todos os aposentados do Brasil, isso porque não entra saldo suficiente para suprir a saída. Pode não ser a reforma perfeita, mas infelizmente é o único jeito de ela passar na câmera.

Primeiramente, é importante intender a situação atual da previdência, a pirâmide etária do Brasil está invertida, ou seja, existe mais idoso do que jovem, resultando em um “déficit” econômico, afinal sai mais dinheiro do que entra. Se já não bastasse isso, a taxa de desemprego é de 12,8%, então dos poucos jovens que existem, apenas 87,2% deles contribuem para à aposentadoria. Apenas com esses dois fatos apresentados, é fácil perceber de que não há verba suficiente para todos se aposentarem.

Em segundo lugar, se tem a questão de que esta reforma apresentada não é justa, pelo contrário, torna os trabalhadores em escravos por serem obrigados a trabalharem até os 65 anos e aumenta a taxa de contribuição para 14%, tirando cada vez mais do seu salário. Porém não existe outra solução, se não diminuir o número de aposentados e aumentar o de contribuintes, o estado não vai ter dinheiro para pagar a previdência, o que vai obrigar os idosos a sobreviver com pouco ou com nada, o que vai gerar mortes por falta de recurso, o que diminui a espectativa de vida, que gera menos trabalhadores, que pode levar a uma crise, que aumenta a inflação, país individado, depressão, FMI, dívidas esternas enormes… Já deu para entender.

Por isso devemos aceitar nosso sacrifício, assim como dizia Friedrich Schiller, então o congresso nacional deve acelerar o processo de aprovação da reforma da previdência a fim de diminuir o “déficit” econômico, aumentando o número de contribuintes e descendo o de aposentados, assim melhorando a situação para a próxima geração.