Reformas do sistema previdenciário brasileiro
Enviada em 17/07/2019
Equidade no sistema previdenciário brasileiro.
A reforma do sistema previdenciário brasileiro é um assunto muito discutido ultimamente devido as mudanças que o ex-presidente Michael Temer fez durante seu mandato em 2017. Por serem medidas duras trouxe várias críticas negativas, no entanto foram necessárias e ainda há de se fazer mais mudanças.
Em primeira análise, o Brasil enfrenta um grande desafio entre envelhecimento e desemprego, sendo muito difícil empresas contratarem idosos para trabalhar, o que dificulta este de ter emprego ou ainda conseguir mantê-lo até a idade mínima para receber a aposentadoria, 65 anos. Um dos motivos para a substituição dos mais velhos é que eles não têm a qualificação que muitas firmas procuram por estarem ‘‘desatualizados’’ das novas tecnologias e não terem tanta facilidade ao usá-la.
Em segunda análise,a expectativa de vida difere nos estados brasileiros e ainda assim têm o mesmo sistema previdenciário. Segundo o IBGE, em Santa Catarina a expectativa de vida é de 82 anos, já no Alagoas cerca de 71 anos, o que mostra uma diferença evidente e que não pode ser descartada ao se tratar de uma reforma da previdência. Como no conceito de Aristóteles sobre equidade, no qual diz que se deve tratar os desiguais com desigualdade, não é justo que estados com diferentes estimativas do número de anos que alguém possivelmente irá viver tenham o mesmo sistema de contagem para a aposentadoria.
Por isso, medidas são necessárias para resolver o impasse. O governo deve fazer um incentivo fiscal com o fito das empresas contratarem mais idosos para trabalhar e ainda promover cursos tecnológicos aos mais velhos com a finalidade destes estarem mais atualizados e qualificados para o emprego. Além disso, o Estado deve levar em consideração o local de trabalho da pessoa para que haja um cálculo justo entre a expectativa de vida do local e a aposentadoria do senhor(a).