Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 01/08/2019

A previdência social nada mais é que um “pé de meia da velhice”, a “recompensa” pelo tempo em que integrou a PEA (População economicamente ativa), ou o recebimento em espécie como retorno do trabalho de anos que contribuiu de maneira inevitável à receita do governo. Esse pagamento é dado porque ao entrar na terceira idade o indivíduo já não apresenta condições plenas e satisfatórias de exercer sua profissão.Mas quando o sistema previdenciário de um país está desarmônico por não conseguir ser sustentável (isso, porque predomina-se a população idosa e cai em demasia o número de jovens que compõem a PEA),encontramos o revés,e isso é o motivo de tanta controvérsia e discussão no Brasil de uns tempos para cá .Porquanto,a Reforma Previdenciária tem o objetivo de sanar esse óbice agudo, até porque ela afeta todas as gerações e estamentos da sociedade.

Visto que,a pirâmide etária brasileira está em uma estado de transição, seguindo o ritmo atual a mesma apresentará  uma inversão da faixa etária que predomina a população até a projeção do gráfico em 2050,ou seja,a expectativa nítida é que haverão mais idosos que jovens e isso resultará no aumento desenfreado de custo para desembolsar as aposentadorias,ou ainda em um cenário extremo e de longo prazo,a quebra da previdência,já que menos trabalhadores serão responsáveis pelo ordenado de um só emérito,fazendo com que a necessidade por um novo método para equilibrar as despesas seja imprescindível.Além do mais, seguindo o modelo atual quem trabalha hoje,paga para quem já não está mais apto, o próprio trabalhador, seja responsável por financiar sua aposentadoria.Isso demonstra uma tentativa válida de tornar o sistema autossuficiente.

Contudo, os efeitos colaterais podem incluir a labuta, mesmo após a falta de condições mínimas,esse é um argumento plausível mesmo com o governo rebatendo-as com os  dados acerca da expectativa de vida alta, na prática,sabemos que a fadiga proporcionada pelo ofício chega mais cedo que o benefício, senão o próprio decesso porque os elementos e informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) não estão sendo utilizados na reforma de maneira total a considerar variáveis regionais e funções empregatícias muito mais dispares.

Logo,o Governo Federal deve incluir em sua proposta para o Congresso Federal uma correção para trabalhadores que desempenhem funções braçais e penosas de baixo retorno, assim como pessoas residentes em cidades e regiões de maior vulnerabilidade financeira e desenvolvimento social, contando com informações como IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) para isso; retirar a exclusão dos militares.Com o intuito de garantir à população brasileira a situação previdenciária mais justa possível.

administrativa não dá conta de proporcionar um sistema econômico justo e viável a quem depende desse dinheiro para sobreviver e não encontra um complemento de renda pelos mais variados motivos.