Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 30/07/2019

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um ser se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa as Reformas do Sistema Previdenciário Brasileiro, verifica-se que o ideal iluminista está apenas na teoria, surgindo, então, uma problemática que afeta não só as mulheres, como também aqueles que trabalham em profissões que exigem esforço físico.

Na contemporaneidade, o número daqueles que lutam pela igualdade social é alto,mas é inquestionável que as mulheres têm jornada dupla, na rua e em casa. Assim, surge a problemática na idade mínima para se aposentar determinada pelo governo, na qual estabelece uma única idade para mulheres e para homens sem levar em questão a rotina da mulher.

Outrossim, as profissões que exigem o esforço físico não são consideradas, tornando as vida dos que trabalham nessas mais árduas. Para ilustrar, um trabalhador que passa o dia em frente ao computador não sofre o quão um trabalhador que passa o dia no sol ou usa a força braçal. Logo, surge a problemática na idade mínima determinada, na qual considera as duas situações, citadas acima, iguais. De acordo com José Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha, o que se compara com a problemática da idade mínima, da qual leva em consideração que o trabalho em um escritório tem o mesmo desgaste de um trabalho no campo.

Infere-se, portanto, que as Reformas do Sistema Previdenciário Brasileiro não levam em questão a vida social de cada cidadão, classificando a vida mais árdua como vida normal. Cabe ao Governo Federal junto ao Ministério da Economia, através do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualizar a Previdência Social afim de que cada cidadão tenha o que merece em sua aposentadoria de acordo com a vida que leva, analisando o trabalho e ambiente onde trabalha.