Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 27/09/2017

Em meio a recessão econômica as propostas de reformas previdenciárias vêm sendo discutidas com frequência.  Esse tema é considerado um problema devido ao envelhecimento da população brasileira e ao grande número de desempregados.

Assim como os países desenvolvidos, o Brasil tem elevado o índice de longevidade na socidade. Segundo o IBGE, em 2012 a expectativa de vida do brasileira era 74,6 anos. Em 2013 essa média cresceu para aproximadamente 75 anos. Com isso, o número de aposentados aumenta ao longo do tempo, o que exige uma reforma no sistema previdenciário. Caso contrário, o pais ficará com débito no âmbito financeiro ainda maior.

Em consonância, o IBGE estima que cerca de 13,5 milhões de brasileiros estão desocupados. É evidente que os trabalhos ativos são os responsáveis pelo lucro gerado no país, incluindo para a área previdenciária. Visto que o desemprego só aumenta devido a crise econômica, calcula-se que no futuro mais pessoas estarão aposentadas do que trabalhando. Assim, fica cada vez mais difícil manter o atual sistema.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É necessário que haja uma reforma no sistema previdenciário, de forma a aumentar a idade mínima de aposentadoria e separar o acréscimo do salário mínimo com o aumento de gastos com a previdência, para que o deficit financeiro seja diminuído. Disse Imannuel Kant, “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Seguindo esse raciocínio, é de bom grado que o governo invista na capacitação dos estudantes, como a implantação de cursos técnicos nas escolas por exemplo, para que os jovens estejam preparados para atuarem nas grandes empresas e para o mercado de trabalho quando concluírem o ensino médio. Com isso, o índice de desemprego irá diminuir, gerando capital para a previdência.