Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 30/09/2017

O programa que mais gasta dinheiro público no Brasil é a previdência social. E mesmo assim, ela ainda apresenta um déficit de mais de 100 bilhões. Sindicatos, mídia alternativa e alguns economistas argumentam que o déficit é uma falácia, porém o governo e instituições financeiras mais confiáveis confirmam o problema. O principal defeito da previdência são os privilégios aos funcionários públicos e à classe média.

Sindicatos conhecidos, como a CUT, e movimentos sociais dizem que o problema da previdência é uma invenção da mídia, dos empresários e do governo “golpista”. O que eles não mostraram até hoje o porquê deles confundirem previdência com seguridade. Ademais, o secretário do tesouro brasileiro, Mansueto Almeida, e o doutor em economia, Marcos Mendes, escreveram artigos demonstrando como eles manipulam os números e trazem resultados errados para o debate.

Outro aspecto dessa discussão é a falta de isonomia entre funcionários públicos e funcionários privados. Nesse contexto, podemos citar a aposentaria de juízes que são afastados por má qualidade dos serviços prestados e aposentam com o salário integral, enquanto um funcionário da iniciativa privada trabalha até os 60 anos e recebe no máximo 5500 reais. Isso explica como a previdência social é um esquema de pirâmide, na qual sustenta a elite dos servidores públicos brasileiros.

Em síntese, a previdência social tira dos pobres e entrega para os mais ricos, aumentando a nossa desigualdade social. Uma resolução para o problema é a privatização da previdência para quem está ingressando no mercado de trabalho para que as futuras gerações não passem por essa dificuldade de aposentar. Em relação as pessoas que dizem não ter o déficit, o governo juntamente com as instituições financeiras deveriam preparar propagandas e vídeos para a televisão e internet explicando como o déficit aumentou nos últimos anos e como impacta na vida das pessoas.