Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 27/10/2017

Desenvolvimento sem crise

A expectativa de vida do brasileiro aumentou, segundo o IBGE em 1980 a média de vida no Brasil era de 62 anos, hoje a normalidade é de 75 anos. Visto que há esse acréscimo, percebe-se que a mudança na lei é tardia, pois com essa continuação, em 2050 a metade da população será de idosos. Com isso, fica clara a importância da modificação nesse setor, tanto na previdência, quanto em medidas que melhore a qualidade de vida dessas pessoas.

Por conseguinte do desenvolvimento, principalmente no setor da saúde, envelhecer no país têm suas consequências. Apesar de toda essa evolução, o Brasil não está preparado economicamente para ser uma população idosa, outras nações já passaram por esse problema, mas levaram em média 50 a 60 anos para que acontecesse, segundo IBGE o brasileiro levará metade desses anos para diminuir seu PEA (População Economicamente Ativa). Desse modo, refletir sobre essas mudanças é extremamente importante, planejar para que no futuro não haja sofrimento para nenhum setor.

Além disso, melhorar a qualidade de vida dessas pessoas é tão importante quanto pensar na economia. Pois, se há um avanço nas idades dos brasileiros é interessante que haja comodidade e conforto, que a saúde não seja o único sistema que faça a diferença para a terceira idade. Mas, que as cidades sejam programadas também para os idosos, como nas escolas, faculdades, praças, eventos, shows, cinemas. Tornando -se assim, um país mais moderno e democrático.

Certamente para que a previdência não seja um descontrole para a nação, é necessário investir em medidas que faça com que essa população faça parte da economia. Como melhorar o incentivo ao turismo nessa idade, criando projetos como “Eu vivo o melhor da vida”, que companhias de viagens junto ao Ministério do Turismo elabore programas de viagens para a terceira idade, para que assim aumente a qualidade de vida.