Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 10/02/2020
No ano de 1969, nos Estados Unidos da América, no auge da Guerra Fria, surge a internet para auxiliar pesquisas durante o conflito, e esta descoberta, vem trazendo benefícios para a saúde, educação, ciência e comunicação, por meio da disponibilidade de informações em artigos e livros digitais. Entretanto, esta troca entre computadores em rede mundial trouxe também seus malefícios, como por exemplo, o excesso de notícias falsas sendo distribuídas pelas redes sociais e midiáticas.
Uma vez que a sociedade possua uma significativa interação com esta tecnologia, tornando-a parte do seu cotidiano, faz com que qualquer um tendo acesso à ela, seja capaz de gerar dados e informações, retratando ou não a verdade. Contudo, por ainda ser uma terra sem lei, a internet mantém os seus usuários no anonimato, o que facilita muito seus utilizadores a se ausentar de responsabilidades dos fatos disseminados.
Em consequência disso, o compartilhamento sem a verificação dos fatos e fonte, torna ainda maior a insegurança da população, podendo gerar descrença e descréditos, o que nos remete ao livro “1984”, do escritor inglês George Orwell, o qual explicitou que a informação era constantemente manipulada, para a alienação dos indivíduos.
Logo, para que haja uma diminuição de riscos em compartilhamentos de notícias sem o compromisso com a verdade nas mídias digitais, é de extrema importância a união entre emissoras de canais televisivos, juntamente com os ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Comunicação.
Para tal, utilizando-se das mídias digitais, eletrônicas e impressas, empregando-se verbas já arrecadas para as devidas pastas, deverão desenvolver um projeto de âmbito nacional, intitulado por “Internet é coisa séria”, com o intuito de orientar a população, no seu dia-a-dia, tornando-a mais capacitada para a reflexão do que é real, esclarecendo limites e consequências ao difundir uma inverdade.