Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 09/02/2020

O hábito de mentir e  compartilhar notícias sem procedência conhecida e sem veracidade confirmada é cada vez mais comum entre os usuários da internet. Essa prática perigosa tem prejudicado pessoas, famílias e empresas, deixando estas com suas atividades comerciais prejudicadas e aquelas com sérios problemas sócio emocionais.

Segundo a ONU, mais de 4 bilhões de pessoas usam a internet ao redor do mundo. Com o número crescente de novos usuários e a propagação de mentiras e boatos usando esse meio, se faz necessário políticas de conscientização e preparação para que os internautas usem a rede mundial de forma segura e com responsabilidade, conhecendo as regras e buscando informação a fim de evitar expor terceiros à situação de risco e prejuízo.

Ainda que pareça um caminho longo a percorrer é importante dá o primeiro passo na busca de conscientizar as pessoas sobre o grave problema em que um falso comunicado pode culminar. Tal senão torna-se ainda mais assustador quando surge denúncias contra inocentes que acabam sendo acusados de crimes que não cometeram e passam a sofrer ameaças e até agressões de anônimos desinformados.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas  para reverter a situação. Portanto, o poder legislativo deve criar leis que obrigue o governo preparar as pessoas para usar a internet com responsabilidade e regras específicas de controle e penas duras que sejam infligidas, pela justiça, aos internautas infratores que criarem ou compartilharem conteúdos falsos de caráter ofensivos e acusatórios sem provas concretas. Neste sentido o propósito dessa ação é capacitar os usuários ensinando-os a buscar informação e evitar a injustiça sobre inocentes indevidamente expostos, acusados e condenados por pessoas desinformadas.