Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 10/02/2020
Em “Aos teus olhos” de 2017, o Profº Rubens tem sua vida transformada após ter sido acusado de falsas acusações que foram disseminada pelas redes sociais. Porém, não obstante da realidade, os riscos de compartilhar boatos e mentiras na internet tende ser nocivo não apenas com um indivíduo, mas uma sociedade por inteiro.
Segundo a revista “Galilleu”, mais de 70% das notícias compartilhadas em redes sócias são falsas, devido as manchetes chamativas e fantasiosas. Um exemplo foi o Caso “Fabiane” de 2014, o qual uma mulher foi confundida com uma suposta “sequestradora” de um boato, resultando em um linchamento e consequentemente a morte de Fabiane.
Outra área as quais as notícias e informações falsas são nociva é na saúde. Segundo a OMS, desde 2015, o número de movimentos antivacina vem crescendo razoavelmente, advento da disseminação de falsos “efeitos colaterais”. Isso fez com que doenças erradicas retorna-se novamente, como o Sarampo em São Paulo, que contabilizou só em 2020, 1352 casos.
Ademais, a presença de boatos também perpetua na cenário político, podendo muda-lo em questão de dias, como ocorreu nas eleições de 2017 com Hillary Clinton, a qual teve uma crescente “Impopularidade” após ter sido alvo de “Fake News” relacionado a sua vida pessoal e política, mudando totalmente o rumo das eleições americanas.
Diante disso, conclua-se que o compartilhamento de informações falsas devem ser combatidas. Por meio de publicidade e propaganda, o Ministério da Justiça deve financiar campanhas de conscientização a fim de alerta aos usuário o qual nocivo esse ato pode ser, além orientá-los de como verificar a veracidade de uma notícia e como agir diante de uma falsa, podendo assim diminuir o indíce de notícia & boatos falsos.