Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 10/04/2020

Antes, jornais impressos, rádios, televisões. Hoje, mídias sociais e sites de fofoca. A forma de se adquirir informação se tornou mais prática ao longo dos anos. contudo, com a sua elevada propagação por meio das partilhas, as pessoas não verificam as fontes de pesquisa, o que por sua vez cresce exponencialmente o risco de se obter um mentira ou boato.

Em primeiro plano, é fato que no século XXI, as pessoas passam muito tempo recebendo notícias pelo celular. Além de jornais televisionados, as mídias sociais como facebook, whatsapp e twitter não ficam de fora como preferência para saber dos últimos acontecimentos que acontecem no Brasil e no mundo. porém, como em uma brincadeira de telefone sem fio, as mensagem vão passando de contato em contato, partilha por partilha, twitte por twitte, sem verificação de fonte para examinar se é algum boato ou se são autênticos.

Outrossim, a persistência de compartilhar mentiras torna-se perigosa para quem recebe, acredita e reenvia — sem uma analise um pouco critica, tal como olhar a fonte ou a data para ver se é oficial e atualizada, respectivamente. Essas famosas, diga-se de passagem, corrente de notícias de mentiras circulam em meio aos aplicativos sociais sem uma gerencia, contaminando a veracidade de possíveis informações verdadeiras. Dificultando, assim, a crença nas divulgações de jornais oficias

Em suma, o antes passou, e a busca pela transmissão da verdade também. O agora preocupa-se em passar adiante o que tiver documentado por fontes não conhecida. Portanto, torna-se fulcral que haja uma reeducação por meio da mídia para seu uso. Nas escolas com aulas voltadas para pesquisa com as ciências humanas e da natureza, onde se aguça a busca pelo saber verídico; jornais televisionados e cartazes nas ruas instruindo como obter veracidade nas informações, como identificar fontes confiáveis e a distingui-la das falsas.