Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 16/04/2020

A partir do século XX, com a era Técnico-Científico-Informacional, as informações se tornaram extremamente rápidas e acessíveis, por meio da internet. No entanto, esse fenômeno, no Brasil, está acompanhado do alastramento de notícias falsas de cunho pejorativo que são disseminadas nas mídias sociais (Sobretudo nas virtuais). Assim, convém analisar as consequências desse processo.

Em primeira análise, vale lembrar-se da notícia viral falsa envolvendo a empresa multinacional Coca-Cola, a qual estaria engarrafando refrigerante com pedaços de ratos. Esse é um exemplo da velocidade e do perigo das mídias sociais na internet, que em poucos dias, através de compartilhamentos nas redes sociais como Facebook e Whatsapp, tornou-se conhecimento mundial essa notícia enganosa. Dessa forma, é inaceitável que tanto as empresas como os indivíduos sejam prejudicados por informações enganosas.

Outrossim, o tecido social se encontra vulnerável nesse processo, por conseguinte pode ser influenciado ou prejudicado. Com base nessa perspectiva, John Locke, filósofo iluminista francês, defendia: “É dever do estado manter o bem-estar social da nação"; assim, é inadmissível tal situação na qual a sociedade e as instituições se encontram, além disso, o Estado na contemporaneidade não se empenha para amenizar tal situação e garantir o bem-estar social da nação.

Dessa forma, as mídias sociais propagam, muitas vezes, notícias falsas de cunho pejorativo. Desse modo, o Governo Federal deve rechaçar os criadores e os propagadores dessas informações enganosas, isso desse ser feito por meio de lei, a fim de puni-los. Além disso, é necessária uma campanha publicitária por parte das mídias sociais, principalmente as virtuais, essa ação deverá ter como objetivo informar a população os ricos e como se prevenir das informações enganosas para que essas não sejam prejudicadas. Com isso, espera-se amenizar essa problemática.