Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 08/04/2020

Durante as eleições presidenciais de 2018 , ambos os candidatos que foram para o segundo turno se tornaram alvos de boatos e mentiras que podiam favorecer ou prejudica-los. Nessa mesma época o termo “fake news” se tornou popular de se ver na “timeline” do facebook. Consequentemente , essas notícias foram propagadas em uma sociedade que tende a acreditar em qualquer coisa que aparenta ter uma estrutura tradicional , muitas vezes sem ter o mínimo de conhecimento sobre o que está sendo retratado. Em uma sociedade caracterizada pela disseminação de “fake news” , o leitor da notícia se torna ignorante a qualquer coisa que vá contra o que lhe foi dito.

A disseminação de notícias falsas , é algo extremamente comum no século 21. A velocidade em que elas se propagam chega a ser surpreendente e acaba tornando cada vez mais díficil separar o que é falso do que realmente é verdadeiro. Atraído pelo título , o leitor dessa notícia , diversas vezes ignora a fonte , a data e o que a notícia tenta informar , e acaba “compartilhando” , o que gera uma nova quantidade de leitores , que muitas vezes  serão submetidas a esta mesma situação.

Ao acreditar em uma “fake news” , o indíviduo se torna alheio a qualquer coisa que seja contrária ao que ele acredita ser verdade. Como no mito da caverna , ele fica submetido a ver somente as sombras que são projetadas na parede situada a sua frente , no caso , as sombras são as notícias e a parede são as redes sociais.

Portanto , para evitar a disseminação de notícias falsas , é necessário que o governo , juntamente com os sites percursores de notícias , criem um programa que seja capaz de filtrar as notícias que são realmente falsas e deixe apenas as notícias verdadeiras. Para assim , as pessoas poderem acreditar no que se é mostrado pela mídia e divulgarem apenas o que é real.