Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 15/04/2020
Com o advento da prensa de Gutenberg, no século XV, a informação começou a circular com velocidades até então nunca vistas, assim beneficiando a população. Todavia, o jornal impresso perdeu sua força nos dias de hoje, pois com a comodidade dos “smartphones” tornou-se possível buscar notícias com um clique. Entretanto, a facilidade com que boatos se disseminam também aumentou, o que representa um problema a ser analisado.
Conforme Zygmunt Bauman, filósofo polonês, e sua ideia de modernidade líquida, as ideias circulam e se transformam muito rapidamente. Dessa forma, notícias são constantemente bombardeadas nas redes sociais, e quem as recebe pouco se preocupa em verificar a procedência de cada uma, acabando por compartilhar notícias, por vezes, falsas. O que pode acarretar em graves problemas, dentre eles se destaca o descrédito de pessoas e instituições alvo dessas “fake news”.
Em virtude dos fatos mencionados, e tendo em vista provocar o fim dessa propagação prejudicial, a escola deve educar as crianças para que as tornem mais céticas em relação ao que lhe são apresentadas nos seus aparelhos eletrônicos, além de buscarem utilizar sempre de fontes confiáveis ao se informar. Assim poderemos minimizar essa propagação prejudicial, e então utilizar, da melhor maneira, o que a tecnologia nos oferece.