Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 04/04/2020
Desde o século XX, o mundo é marcado pela globalização, ao qual possibilitou diversos avanços tecnológicos. Nessa perspectiva, fica evidente que, com o advento de diversas algorítimos e com a grande massa de informações, naturalmente, surge as chamadas “notícias falsas”. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para a sociedade.
Ademais, o uso do meio virtual é de grande importância para disseminação de notícias, por meio dela a sociedade se torna informada e crítica. Entretanto, com o objetivo de viralizar na internet e manipular opiniões surge as notícias falsas, dessa forma, a maioria da sociedade se torna alienada às noticias que desviam do verdadeiro. Segundo o filósofo Platão, “práticas e hábitos que só conseguem enxergar de maneira parcial é um homem que está preso na caverna”, ou seja, se torna uma pessoa alienada, pois além de não buscarem saber se está realmente correto compartilham na redes sociais e acaba viralizando.
Em consequências do compartilhamento de notícias errôneas e boatos na internet, muitas vezes as pessoas acreditam estar fazendo uma coisa boa, acabam compartilhando aquilo que é agradável de ver sem pelo menos checarem se é realmente correto. Segundo dados da Agência de comunicação, indicou que 78% se informam pelas redes sociais e cerca de 37% admitem ter compartilhado notícias errôneas.
Depreende-se, portanto, que ações devem ser tomadas de maneira a amenizar o quadro atual. Nesse sentido, cabe as empresas de tecnologia investir em plataformas de inteligencia artificial, de modo que filtre sites e notícias confiáveis para que amenize a disseminação das informações falsas, também o Governo investir em palestras e aulas voltadas as ciências humanas nas escolas, de maneira a despertar o senso crítico na população, com a finalidade de amenizar o quadro atual e a sociedade conscientizar-se sobre as consequências, para que não viva no mundo das sombras, assim como dizia Platão, em sua alegoria.