Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 13/04/2020
Na Idade Média, Joana D’arc foi morta na fogueira pela igreja Católica após boatos de ela ser uma bruxa. Apesar disso ter ocorrido a séculos, essa prática ainda é muito comum na atualidade, principalmente na internet, levando a danos à saúde da população e lucro de oportunistas.
Diariamente, mentiras são espalhadas na internet. Dentre elas, receitas milagrosas no tratamento de algumas doenças. Um exemplo é a receita caseira que promete combater o covid-19, bicarbonato de sódio com limão, divulgada, principalmente, no what’s app. O Na (sódio), um dos componentes do bicarbonato pode ser muito prejudicial às pessoas, levando à piora nos hipertensos e elevando a pressão em pessoas sadias. O Ministério da Justiça deve criminalizar e punir quem espalha esse tipo de informação.
Outro dano causado à população são as que apelam para caridade das pessoas e para o consumo imposto pelo capitalismo. O pedido de doações em dinheiro para o tratamento de doentes que não existem e o apelo consumista de empresas que vendem produtos milagrosos, como pílulas que ajudam a emagrecer sem sacrifício, prejudicam financeiramente as pessoas. A bondade de muitos ajudam criminosos a ganhar dinheiro e o desespero das pessoas ajudam empresas lucrarem cada vez mais. O Ministério da Justiça junto ao Ministério da Saúde deve investigar, com o intuito de identificar e punir quem comete esses crimes.
Contudo, o imediatismo, a bondade e o desespero de muitos fazem com que pessoas e empresas ganhem dinheiro com mentiras e boatos disseminados na internet. As redes sociais são os principais meios de divulgar tais informações. Para dissolver esse problema, o Ministério da Justiça e o Ministério da Saúde devem informar a população sobre o perigo dessas falsas mensagens, descobrir quem são os responsáveis e punir com multas e até mesmo com prisões, dependendo do conteúdo das mentiras que a população esteja sujeita. Só punindo rigorosamente os responsáveis, essas mentira diminuirão muito.