Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 13/04/2020

O aumento da circulação de informações falsas na internet nunca foi tão atual. Infelizmente, esta ação ganha força em momentos importantes: principalmente em situações que afetam o país inteiro, como eleições ou crises. Por isso, as “fake news” devem ser controladas, pois podem gerar mudanças de opiniões baseadas em mentiras e, assim, prejudicar a população inteira.

Lamentavelmente, de acordo com o Estadão, mentiras tem 70% de chance a mais de se espalhar e de ganhar força. Portanto, atingindo a muitas pessoas ao mesmo tempo. Certamente, o momento de crise social que o mundo está vivendo em 2020 é o alvo certo para várias notícias sem veracidade se espalharem. Assim, com essas informações conflitantes, as pessoas tendem a acreditar em conspirações e em notícias distorcidas, levando-as a irem por caminhos contrários a aquele que deveriam estar tomando.

Como resultado das ações citadas anteriormente, são geradas consequências para o resto da sociedade. Por exemplo, o aumento da xenofobia contra chineses: segundo o G1, postes de internet 5G chinesas são queimados por estarem “vinculados” ao covid-19 no Reino Unido. Além disso, no Brasil, há um aumento de casos e falhas no isolamento social por achismos que se espalham, achismo estes como: formas de matar o vírus ou de se proteger que não seguem as recomendações reais. Em suma, essas ações mencionadas, afetam não só a própria pessoa, mas aqueles que estão a sua volta.

Com o que foi discutido, é visto que é essencial meios de combater essa evolução. Então, é primordial a criação de políticas públicas pelo Estado que eduquem os cidadãos a reconhecerem as fake news por meio do senso crítico. Além disso, é preciso também que o Ministério da Justiça crie punições como: advertências, multas e, em casos mais graves, prisão para aqueles que as criam. Assim, haverá uma melhora significativa na percepção dos usuários e a diminuição da criação de notícias falsas.