Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 15/04/2020

A necessidade de uma população cética

É de conhecimento geral o fato de que a sociedade do século XXI está exposta a novos meios de comunicação e informação, que se propaga facilmente devido ao rápido compartilhamento. A divulgação de fake news e boatos na internet encontra-se em proporções exorbitantes, que ao não serem verificadas antes do compartilhamento pelos usuários desinformados podem incentivar a violência, o preconceito e até a saúde pública.

A primeira observação se referirá as eleições, por se tratar de um período em que ocorre uma maior divulgação de mentiras e boatos, a fim de prejudicar os candidatos e influenciar a opinião pública. De acordo com o laboratório de cibersegurança da Psafe Tecnologia, as fake news de 2019 caíram 61% em relação a 2018, ano de eleições presidenciais no Brasil.

Em consequência do compartilhamento de notícias falsas a população corre riscos com os movimentos antivacinação, em que pessoas contrárias  propagam informações de que a vacina faz mal a saúde. Doenças que já estavam erradicadas como febre amarela e o sarampo voltaram a circular e poderiam ter sido evitadas com a utilização de vacinas, sem colocar em riscos diversas vidas, como tais movimentos estão.

Em virtude dos fatos mencionados nota-se o impacto negativo das fake news compartilhadas na internet de forma inconsequente. Portanto, a necessidade da utilização da lei, promulgada pelo Governo Federal, em 2019, que torna crime publicações caluniosa com finalidade eleitoral seja colocada em pratica, enquanto a população torna-se cética em relação a informações compartilhadas por meios não oficiais.