Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 12/04/2020
No mundo de “Harry Potter e a ordem da fenix”, o ministro da magia, era quem fornecia informações falsas, que iam contra fatos até mesmo vividos por outras pessoas, para o jornal popular. Sendo ele, uma pessoa publica e respeitada socialmente, os bruxos acreditavam cegamente no que ele dizia. Similar ao cenário político brasileiro, onde o Presidente da republica, dissemina em suas redes sociais, noticias incoerentes com a realidade e com pesquisas realizadas por outros países, e indiretamente desprotegendo seus seguidores do vírus Covid-19, através da desinformação.
No ano de 2019, foi descoberto um novo corona vírus na China, intitulado de Covid-19, que se tornou uma pandemia mundial. A OMS - organização mundial da Saúde, alerta sobre os meios de prevenção, sendo um deles o isolamento social, medida adotada por diversos países. Contudo, no Brasil, este ainda é assunto de debate entre a população, pois, influenciadores e figuras politicas, estão em desacordo se irão ou não, acatar às recomendações da OMS.
Com o excesso de informações publicadas decorrente destes debates, as pessoas inconscientemente buscam por aquelas que são fáceis de compreender, sem requer muito esforço ou gasto de energia e que já condizem com os seus interesses pessoais. E, uma vez essas informações consumidas tornarem-se populares e tomadas como verdade é árduo contradize-las, afinal, segundo Marquês de Maricá: “Os homens em sociedade são como as pedras numa abóboda, resistem e ajudam-se simultaneamente.
Para combater a desinformação, se faz necessário o desenvolver o senso crítico, principalmente nas novas gerações, através de leituras e atividades que instiguem o cérebro a pensar no coletivo, e não mais escolher no que quer acreditar. Além de traduzir para a linguagem popular, os textos científicos. E assim, tornar possível fazer a própria interpretação, ao invés de consumir as de outros, por mais que considera-se confiável.