Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 15/04/2020

No limear do seculo xx, a internet foi criada pelos Estados Unidos,com o intuito de interligar laboratórios de pesquisa e obtenção de conhecimento.Por outro lado, no tempo hodierno ela tem sido usada para disseminar mentiras e boatos.Nesse contexto, é importante ressaltar a sua base histórica, bem como as consequências geradas pelos compartilhamentos inadequado dessas noticias.

Em uma analise mais aprofundada, têm-se as mentiras e os boatos na internet como a chamada " Fake News" que estão presentes desde os seculos obsoletos.De acordo, com o ministro de propaganda de Adolf Hitler “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade” , com essa frase ele nutriu a máquina de propaganda do terceiro Reich, usando desse mecanismo para propagar o ódio contra outras nações. Exemplificando tal conjuntura, temos a invasão da Polônia, onde milhares de pessoas foram mortas como justificativa pelas “atrocidades polacas” que eram propagandas enganosas que Hitler lançava nas mídias.Nesse panorama, vê-se o quanto são altos os riscos de ajudar a compartilhar esse boatos. O que urge mitigação.

Em detrimento dessa questão, pode se exemplificar um caso relatado pelo site UOL noticias, em que uma mulher foi morta linchada no Guaruja por conta de uma noticia falsa propagada na rede, que afirmava que a mesma participava de rituais com magia negra. A luz desta ótica, cabe salientar que as grandes marcas e empresas também são vitimas de tal situação.Nessa perspectiva e visto que não só a pessoa física mais também a pessoa jurídica tem sido altamente prejudicadas.

Infere-se portanto, que o governo federal em parceria com algumas  empresas privadas como o Facebook e o Instagram,poderiam abrir juntos uma plataforma que se certificaria quanto a verificação dessas noticias.E o MEC deveria lançar campanhas, nas escolas para que assim a geração futura já cresça conscientizada quanto a tal problemática.Como já dizia o filosofo e matemático Pitágoras “Educai as crianças para que não sejais necessário punir os adultos”.