Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 15/04/2020
O conhecido “Cavalo de Troia”, foi um grande cavalo de madeira construído pelos gregos e dado como “presente” aos troianos durante a guerra de Troia, com soldados gregos dentro, preparados para fazer um ataque surpresa. Nos dias atuais é possível enxergar a existência de notícias falsas, que são bastante recorrentes, principalmente nas redes sociais. Tendo isso em vista, é perceptível que a disseminação viral de notícias e a pouca busca pela veracidade dos fatos, são pontos de análise.
As famosas “FAKE NEWS”, em sua maioria tem a capacidade de se espalharem 70% mais rápido do que as notícias verdadeiras, segundo estudos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Com a quantidade de informações fornecidas pela mídia, se torna difícil o acompanhamento de todas elas, e consequentemente a diferenciação do que é verdadeiro ou falso. Além disso, como a população tem livre acesso a grande parte das plataformas sociais, a propagação de opiniões pessoais se torna ainda maior e mais frequente, gerando assim um número maior de falsas notícias.
Por outro lado, grande parte das consequências geradas pelas fake news são de responsabilidade do próprio leitor. A falta de leitura em sistemas de propagação de notícias confiáveis e o pouco exercício do intelecto são pontos importantes de observação, que com as suas aplicações devidas, o número de compartilhamentos de inverdades, seria reduzido. Não só, o individuo que consegue ter uma visão crítica e um bom senso apurado, normalmente não crê em tudo que se lê ou ouve.
Portanto, o compartilhamento de boatos e mentiras na internet é bastante arriscado. Cabe ao Poder Legislativo, elaborar uma lei, na qual faça com que as notícias falsas sejam rastreadas até sua origem, usando controle de dados pré-existentes, e punindo os responsáveis, diminuindo assim esse tipo de divulgação. Ademais, a família pode instruir aos membros, que sejam mais criteriosos ao compartilhar uma notícia, avaliando por exemplo a sua fonte, evitando a disseminação da mentira.