Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 17/04/2020

Após a Revolução Digital, que se deu início no século XX, fez com que a comunicação dos internautas se multiplicasse cada vez mais até os dias atuais, resultando assim em consequências oriundas de notícias falsas disseminadas nas redes sócias. Logo, pode-se afirmar que o compartilhamento de boatos pela internet tem causas diversas, resultando assim em consequências irreversíveis. Dessa forma, o uso cauteloso das plataformas digitais é indispensável, evitando assim tais problemáticas.   Entretanto, a propagação de boatos e mentiras é causado principalmente tais objetivos, como manipular e difamar um adversário. Segundo a ANARNET (Agência Nacional de Autorregularão da Internet) o termo “fake News” – compartilhamento de notícias falsas- foi um dos maiores desafios nas eleições de 2018, pois os opositores de determinado partido usaram plataformas digitais para difamá-lo. Dessa forma, o uso indiscriminado da internet está cada vez mais presente atualmente, atitudes como, chantajar alguém e expor informações falsas sobre a mesma com intuito de prejudica-la é crime, logo, fica evidente a importância da presença das fiscalizações digitais no âmbito digital, visando a punição dos quais disseminam boatos.

Portanto, o mal-uso das redes sociais pode acarretar em inúmeras consequências, pois a manipulação de informações erróneas de um indivíduo ou até mesmo de tais fatos pode afetar diretamente a vida pessoal do receptor. Contudo, diante da pandemia atual, informações falsas com viés de alarmar a sociedade tem grande repercussão nas redes sociais, que afeta diretamente pessoas com ansiedade –já que no Brasil atual o número de pessoas que sofrem desse mal cresceu alarmantemente, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) -. Por conseguinte, compartilhamento de boatos pode trazer consequências até mesmo para carreira profissional de um indivíduo. Sendo assim, é inegável que haja uma intervenção dos poderes público para reverter esse impasse.

É imprescindível que medidas sejam tomadas para evitar tais consequências. Logo, cabe ao Ministério da Educação, juntamente com o poder mediático - as grandes influencias da mídia-promover campanhas publicitarias e campanhas em instituições públicas e privadas, visando reeducar e induzir os internautas à um uso mais consciente e seguro, expondo à todos as possíveis consequências do mal uso da mesma. Deixando em evidente a importância de pesquisar as fontes de determinadas notícias antes de compartilha-las. Também, com a ANARNET (Agência Nacional de Autorregulação da Internet), deve, por meio de fiscalização nas redes sociais, punir aqueles que disseminam mentiras e boatos sem nenhuma comprovação. Assim, com a conscientização e a colaboração de todos será possível evitar tais consequências e manter um uso saudável do maior meio de comunicação dos dias atuais.