Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 16/04/2020
Com os recentes avanços tecnológicos e o advento das mídias sociais, tais como facebook, whatsapp, twitter, e-mail etc, tornou-se mais fácil acessar e propagar notícias. Tal fato, sem dúvidas, é de grande valia, pois possibilita que as pessoas se mantenham inteiradas dos acontecimentos. Há, entretanto, ressalvas, pois, muitas vezes, circulam informações falsas; estas, por sua vez, podem gerar grandes transtornos, tanto para empresas, pessoas públicas ou mesmo à sociedade como um todo.
A informação é um ingrediente precioso para a construção do conhecimento, que é, por sua vez, indispensável para o progresso da sociedade. Tê-la possibilita, dentre outras coisas, que precauções sejam tomadas e apenações aplicadas. Quando se sabe que o consumo de certo alimento, em uma determinada frequência, é prejudicial à saúde, tem-se a possibilidade de evitá-lo. Se é sabido que um determinado candidato à presidência tem ideias que não compactuam com as de dado eleitor, a este é dado um motivo para não votar naquele. Logo, a informação tem o poder de influenciar em decisões, formação e transformação de opiniões e de imagens. Apesar de, por um lado, a facilidade de acesso a ela e sua disseminação serem muito bons, por outro, é bastante perigoso, pois, quando tais informações contidas na internet são mentirosas, um bom candidato pode perder uma disputa eleitoral, um bom alimento, ou uma boa marca, pode deixar de ser consumido, uma situação de pânico ou de euforia pode ser instaurada - sem que haja motivo genuíno para tal -, dentre outras diversas situações nocivas.
Conclui-se, portanto, que deve haver muito zelo quando se vai acessar ou disseminar uma notícia, a fim de não espalhar mentiras. Para certificar-se da veracidade da mesma, pode-se, dentre outras ações, consultar a fonte, olhar a data de publicação, ler todo o conteúdo e ser crítico quanto a ele. Tais procedimentos, por mais simples que sejam, são grandes aliados ao combate a propagação de boatos. Depois de fazer estes passos, se ainda houver dúvidas se a informação é genuína, não deve-se repassá-la.