Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 17/04/2020
Desde a Revolução Digital, a tecnologia não para de evoluir, sendo considerada um grande avanço da humanidade. Porém, pelo fato do ser humano ser um animal em constante mudança, da mesma forma que pode evoluir positivamente, há chances da ignorância falar mais alto, o que não seria exatamente uma surpresa.
De acordo com os filósofos, o homem está sempre em busca do conhecimento. Entretanto, a maneira como se busca o saber muda ao longo dos anos. Antigamente, para se fazer uma pesquisa para um trabalho de escola, era necessário foliar diversos livros, diferentemente de hoje que só é preciso dar um “clique”. Entretanto, essa facilidade pode também ser muito perigosa, aja vista que nem todo mundo sabe fazer o bom uso da internet e compartilhar as chamadas “fake news” se tornou muito mais fácil.
É de conhecimento geral que, espalhar notícias falsas causam prejuízos que podem ser inclusive letais. Ultimamente as pessoas tem usado as redes sociais ,como o “Facebook”, como fonte de notícias e espalham inverdades, até mesmo absurdas, sobre assuntos que não se dão nem o trabalho de verificar sua veracidade. É sabido que, infelizmente, algumas pessoas já foram linchadas por serem vítimas de notícias falsas e serem confundidas com estupradores ou sequestradores de crianças. A frase “se está na internet, é verdade” nunca foi levada tão a sério.
Portanto, diante da situação alarmante que vivemos, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse e que o que lá na Revolução Digital foi um avanço, a atual e próximas gerações possam carregar o legado. O compartilhamento de “fake news” nas diversas redes sociais deve ser cessado, e para isso é necessário que essas ferramentas criem programas capazes de verificar a veracidade da notícia antes de serem repassadas e que as correntes que circulam como um vírus, possam ser impedidas. Se faz necessário a contribuição do governo, do Ministério da Educação e dos diversos meios de comunicação para que as devidas orientações sobre o perigo do compartilhamento de mentiras e boatos possa chegar no maior número de famílias brasileiras. E que o ser humano, sobre tudo, possa ter a consciência e o bom senso de utilizar a tecnologia que está a seu alcance, de maneira correta e que deixe a ignorância de lado, pois a mesma facilidade que se tem para espalhar inverdades, se tem para pesquisar se o que espalha é ou não verdadeiro.