Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet
Enviada em 18/04/2020
Com a facilidade de acesso aos meios de comunicação, usuários de todo o mundo estão incorrendo no erro de espalhar notícias falsas, denegrindo pessoas - físicas ou jurídicas, por não terem a cautela de verificarem a veracidade da fonte da informação, por exemplo.
Isto porque, com a variedade de redes sociais - whatsapp, Facebook, Instagram etc -, bem como pelo fato de a maioria da população mundial não receber direcionamento quanto à forma correta de utilizá-los, a divulgação da informação acaba sendo feita de forma automática. O perigo, porém, é a forma pela qual as notícias falsas atingem às pessoas que são alvo da mentira divulgada.
Com danos, assim, que podem levar à prisão ou, nos piores casos, em morte, necessário se faz com que escolas trabalhem em conjunto com a sociedade para instruir os cidadãos a utilizar as redes sociais. Como, porém, esse trabalho pode ser feito?
Ao esquecer a frase de que “só a escola é quem educa”, deve-se fazer uma trabalho nos lares para que os pais estimulem os filhos - antes destes acessarem às redes sociais - a buscarem nestes ambientes informações que tragam valor à realidade em que estão inseridos. Não apenas buscar entretenimento por mero entretenimento.
Em conjunto às famílias, ainda, deve a escola estimular os alunos a refletirem sobre o uso adequado da internet para que o que venha a ser divulgado tenha valor para quem vai receber a informação e possa, antes de tudo, demonstrar a necessidade de se verificar a veracidade da fonte do que vai ser repassado.
Ao considerar, portanto, a existência de danos reais decorrentes da divulgação de notícias falsas por meio das redes sociais, referidas condutas podem ser freadas. E assim podem ser barradas com o trabalho em cooperação entre as famílias e as escolas.