Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 19/05/2023

Na idade pré histórica, em virtude da rusticidade e a pouca quantidade de pessoas, a comunicação era escassa, sendo mais utilizada para organizar buscas de alimento. A medida que as famílias cresciam, se separavam em busca de melhor local de caça sem muita disputa e as informações eram passadas de uma tribo para outra por meio de sinais de fumaça. O tempo passou, vieram os pombos correios, telegráfo e finalmente a internet. Entretanto, com tanta facilidade fica a questão: O que é verdade em meio a tudo isto? Posso confiar na informação recebida?

O grande cerne da questão se resume a informação, e como os estrategistas da grande China dizem, informação é poder. Uma informação bem empregada, pode salva vidas, movimentar fortunas, destruir governos, empresas bem como desestruturar toda uma sociedade. O problema emergente é que com a facilidade na comunicação, com a significativa diminuição das fronteiras territoriais levando em conta a internet, todos podem divulgar a “notícia”.

Neste ponto vale resaltar que, infelizmente, uma mentira contada por muito acaba se tornando uma “verdade”. O primeiro a publicar, sabe que está transmitindo uma inverdade, mas alguém acredita e passa para outrem, que logo está baseando argumentações e apostas de vida em tal informação.

Como se precaver em um mundo onde a informação é bombardeada por todos os lados? Como distinguir o boato do verdadeiro? Cabe aqui aos cidadãos de bem se atentarem e prestarem atenção a detalhes como por exemplo, a fonte que está transmitindo, se a mesma tem cabimento plausível, comparar a mesma materia em fontes confiáveis diferentes e não passar a diante informes incertos.

Em âmbito governamental, é preciso se trabalhar para desenvolver projetos de conscientização, a serem aplicados nas escolas e em leis, para serem moderadas as informações e terem um caráter de advertência e também punitivo para quem produz e dissemina as famosas “fake news”.