Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 19/10/2024

Segundo Zygmunt Bauman, filósofo e sociológo polonês, “Não são as crises que mudam o mundo e sim nossa reação a elas.``. Por essa perspectiva, a frase vai de encontro no que concerne na conjuntura social quanto aos riscos de compartilhar inverdades na internet, hodiernamente, visto que é um tópico a ser explanado. Perante o exposto, requer, estreitamente, na gafe de não haver criminalização específica para quem compartilha acusações falsas, prejudicando uma pessoa ou uma empresa perante ao público.

Em primeiro plano, ´´O conhecimento lhe dará a oportunidade de fazer a diferença.`` expôs Claire Faign, educadora norte-americana. Por esse ângulo, tal epígrafe é averiguado, no qual a velocidade que as noticias falsas se disseminam e proliferam esse tipo de ignorância está sendo normalizado por sempre ter existido. Então, percebe-se uma falha na lucidez humana, dado que o excesso de desinformação afeta o direito de acesso à informaçao da população, sendo capaz de destruir a credibilidade de uma empresa ou pessoa no mercado financeiro.

Ademais, uma grande porção da coletividade se desponta alienada. ´´Tornamo-nos deuses na tecnologia, mas permanecemos macacos na vida.`` enunciou Arnold Tonybee, historiador britânico. De maneira análoga, é viavél compreender que, apesar de ter o acesso global vigente, o compartilhamento de informações fraudulentas apresentam um forte alicerce na estagnação social. Este cenário sucede, pois o corpo social não se mobiliza em prol da sapiência, tudo por não sentir a valia da formação de opiniões equivocadas e baseadas em inverdades pelas pessoas sucede, assim, intesificando o óbice.

Infere-se, portanto, que os riscos de compartilhar situações falsas na internet nesta atualidade é um recurso a ser aprimorado na identidade nacional, por isso, são vitais ações que acolitem este fator. Em suma, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e a Receita Federal, em parceria com o Supremo Tribunal Federal, por meio de verbas atribuídas a cargo, o dever de criminalizar as pessoas que propagam desinformações com multas, além de investir em uma estratégia de divulgação para a conscientização em educar o público sobre como identificar fraudes e questionar esse imbróglio, afim de depauperar o assunto.