Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 07/03/2019
O Brasil se configura como uma das dez maiores economia do mundo, entretanto os índices sociais não têm acompanhado no mesmo ritmo esse desenvolvimento financeiro. Um exemplo que comprova essa realidade é o consumo de álcool e de drogas desenfreadas entre os jovens brasileiros que, ao contrário dos índices econômicos, tem se distanciado da média mundial no ranking em educação. Diante disso, tonam-se passível de discussão os desafios enfrentados, hoje, no que se refere à questão dos riscos encontrado na utilização de álcool no Brasil, principalmente em relação à falta da infraestrutura educacional e má orientação dos familiares.
No que se refere à problemática em questão, pode-se tomar como primeiro ponto a ser ressaltado a falta de infraestrutura na grande maioria das escolas do pais. Estas apresentam, em muitos casos, dependências precárias, com profissionais despreparados e sem materiais sobre as consequências que as drogas licitas e ilícitas podem causar. Em algumas instituições, inclusive, falta policiamento e fiscalização pelo conselho tutelar. Tal deficiência é motivada pela falta de investimento dos políticos brasileiros, que priorizam ação de caráter imediato, como obras urbanas e revitalização de ruas e avenida, em detrimento de projetos ao longo prazo, como é o caso da educação. Isso resulta em instituição de ensino deficiente e em espaços desagradáveis para estudar, que coloca em cheque as dragas como refúgio para esses alunos, torna mais grave o contexto do ensino.
Da mesma forma, evidencia-se a má orientação dos familiares com impulsionador do problema. Segundo Michel de Montaigne, a mais honrosa das ocupações é servi o público e ser útil as pessoas. No entanto, de maneira análoga ao pensamento do filósofo, a atuação produtiva à sociedade encontra-se distante no pais, uma que os parentes desses jovens, mostram-se cada vez mais distantes, entregando-os ao governo brasileiro sem acompanhar as rotinas, pois o primeiro contato com as drogas e álcool acontecem ainda na adolescência.
Desse modo, o combate à liquidez citada inicialmente, a fim de conter o avanço do consumo do álcool e drogas pelos jovens brasileiros, deve tornar-se efetivo, posto que a infraestrutura escolar garante a resistência do problema. Sendo assim o Conselho tutelar deve fiscalizar, promovendo a redução de adolescentes utilizando substâncias ilícitas. Aliado a isso, os pais devem dedica-se estar mais próximo de seus filhos a fim de combater a constância dos ricos do álcool e drogas, como a promoção de jovens mais maduros na sociedade, constituindo-se, então uma sociedade mais consciente dos malefícios da utilização de substância psicoativa.