Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 07/05/2019
Nos bares, baladas e, muitas vezes, em casa, o álcool está sempre presente, mas o que é usado para diversão também pode ser preocupante. Segundo a pesquisa feita pelo CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool) o consumo de álcool caiu no país, entretanto, nota-se um aumento de consumo entre jovens, o que pode impactar seriamente nos adultos da próxima geração.
Em primeiro lugar, convém ressaltar os diversos riscos de morte que o álcool pode causar em curto prazo. Dentre eles estão acidentes de trânsito, incidentes com armas, homicídio e suicídio, visto que o álcool da coragem a quem o ingere, tornando muito mais fácil que o jovem não só ponha sua própria vida em risco, como a de quem está ao seu redor no momento.
Paralelo a isso, o uso precoce de bebidas alcoólicas e de outras drogas causam sequelas emocionais para toda a vida, já que na adolescência, o cérebro ainda está em desenvolvimento. É comum perceber dentre os usuários problemas como déficit de memória, diminuição do rendimento escolar e depressão.
Diante da problemática, convém que família, escola e governo estejam engajados. A família concomitantemente com a escola precisa se conscientizar e fiscalizar seus filhos acerca do consumo de álcool, pois pressões, tanto dentro de casa ou por intermédio de amigos podem fazer o jovem ver o álcool e as drogas como uma válvula de escape momentânea ou um meio de se encaixar melhor em um grupo. O governo, por meio do Ministério da Saúde, deve repetir o mesmo método que utilizou para abaixar o consumo de cigarro: optar pela restrição de publicidade, sobretaxação do produto e desconstrução do glamour do mesmo. Desse modo, os jovens enxergarão que nenhum tipo de drogas lhe trará benefícios e, assim, crescerão adultos saudáveis e conscientes.