Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 17/05/2019

Ao decorrer das décadas,o uso de bebidas estimulantes acompanhou a evolução. Contudo, muitos adolescentes fazem o uso errôneo dessas bebidas, já que alguns deles, os ingerem antes dos 18 anos, idade estabelecida para o feito. Por conseguinte, essa prática pode obter grandes consequências negativas, sendo algumas delas: os efeitos a longo prazo, e o amplo número de mortes por causa da bebida.

Em principio, deve-se analisar que os efeitos variam de caso para caso, levando vários setores em conta, como idade em que iniciou a beber, duração de tempo e quantidade de que a bebida é ingerida. Assim, conforme a fundação Para Um Mundo Sem Drogas, os efeitos a logo prazo podem ser: quando no acontecido de doenças no corpo estão: pressão sanguínea elevada, trombose, doenças de figado, danos cerebrais permanentes, úlceras, etc. Ademais problemas sociais, como acidentes de carros, queimaduras, quedas, afogamento, problemas familiares, violência doméstica, e agressões sexuais.

Visto os efeitos deste uso a longo prazo, é necessário se centralizar no alto número de mortes por causa do impacto da bebida na vida dos jovens. Segundo matéria disponível no site JornalNH, o álcool é a principal causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos, de acordo com essa matéria, aproximadamente 40% dos entrevistados tiveram suas primeiras experiências com o álcool entre 12 e 13 anos, e cerca de 60% de jovens entre 12 e 18 anos confirmaram já ter consumido bebida alcoólica. Podendo-se refletir que muitos destes jovens desfrutam desta bebida por influência de amigos, conhecidos ou ainda mais em reuniões familiares, onde os pais muitas vezes os induzem ao ato.

Em conclusão,  o uso precoce e excessivo do álcool afeta não somente os usuários em seu corpo, como também o setor sociável, podendo levar em muitos casos a morte. Tendo culpabilidade também,os responsáveis deste pubescente, por deixa-lo alcoolizar-se, e dos comerciantes, por vender as bebidas sem a devida fiscalização. Destarte, a solução para este problema é a conscientização e fiscalização dos familiares e comerciantes, que a lei é escrita para o bem dos jovens, por isso deve ser cumprida, podendo se fazer campanhas e projetos sociais para ajudar tanto a estes menores quanto aos seus relacionados.