Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 20/06/2019
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PenSE) 55,5% dos jovens já consumiram álcool. Neste contexto, torna-se essencial a discussão sobre os riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas ilícitas pelos jovens no Brasil, bem como as estratégias para combater esse mal enraizado.
O aumento do consumo de álcool e de drogas ilícitas pode acarretar em sérios problemas sociais e de saúde. É um desafio social, porque o consumo exagerado de drogas licitas e ilícitas pelos jovens, poderá alterar a convivência com a família e até pode resultar na dependência química. Se torna também um problema de saúde pública, pela probabilidade de aumento na ocorrência de acidentes de trânsito.
As drogas ilícitas correspondem aquelas que são proibidas de serem comercializadas, como a maconha e o crack. Com distinção das lícitas que podem ser encontradas em comércios, as duas possuem uma característica única: os jovens experimentam a 1° vez, que pode ser por influências de grupos de amigos, se tornam viciados e chegam a ser dependentes químicos, por procurarem na bebida a aquisição de prazeres.
Segundo Freud: “O ser humano é fruto do meio em que vive.” Sabe-se que muitas vezes é provocado para experimentar as drogas licitas. A partir disso se sentirá apto a sempre consumir. Umas das estratégias para diminuir essa alta estatística (55,5% dos jovens já consumiram álcool) é o debate e a prevenção por parte da família e da sociedade.
Mediante a discussão dos riscos e da prática de estratégias, torna-se necessário que o Governo, por meio da implantação de políticas públicas (de prevenção), promova a publicação de campanhas educativas (que trabalhem a conscientização dos jovens e também de suas famílias, a mídia precisa empregar o seu poder ficcional para atrair esse público alvo. Sendo assim, todas estratégias para driblar esse aumento de consumo de álcool e de outras drogas ilicitas serão vencidas entre os Brasileiros.