Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 20/06/2019

Até a década de 80, o índice de consumo de drogas por adolescentes não era tão elevado como atualmente. De acordo com o SICAD, o número de jovens que experimentaram drogas, bebidas e tabaco vem crescendo. Tal problemática já é uma característica dos jovens, visto que é uma prática considerada “comum” nessa faixa etária; ao qual prejudica suas saúdes e a de quem está em sua volta.

A priori, a problemática citada é influenciada pelos usuários enxergarem tal consumo como um meio de fuga. Na ficção, por exemplo, a série “The Society” (a sociedade) mostra uma comunidade distópica formada apenas por jovens; ao qual veem como um meio de relaxamento e da evasão desse mundo, o uso excessivo do álcool e demais drogas. Além disso, elas são dotadas de um poder simbólico, como diria Bourdieu; situando, assim, problemas na saúde em troca de uma satisfação momentânea de poder de fuga.

Por conseguinte, assim como as drogas, a 2ª fase do Modernismo é conhecida pela fuga da realidade e é ela a responsável por levar a dificuldades futuras. Segundo Marco Andreazzi, os problemas na adolescência são levados para a vida adulta. Dessa forma, medidas são necessárias para que os vícios referente a esse consumo não trapasse a  adolescência.

Infere-se, portanto, que o Governo, em parceria com as Escolas e Redes Televisivas, criem campanhas para conscientização do uso de drogas e bebidas. Devem ser discutidas, por meio de palestras com profissionais na área psicóloga, o debate entre alunos e profissional sobre as consequências do uso; como também, propagandas que visem a participação nessas conversas. Para que assim, tenha como efeito, a diminuição de usuários.