Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 16/10/2019
No filme “Esporte Sangrento”, um professor é contratado para ensinar em uma escola a arte da capoeira e assim, tirar os jovens da dependência química por meio do esporte. Fora dos cinemas, hodiernamente, nota-se que o número de jovens que usam drogas ilícitas e lícitas está em crescimento, tornando um malefício para a sociedade. Ademais, o pouco investimento na educação e a falta de fiscalização complicam a resolução desse impasse.
Precipuamente, cabe salientar, que o escasso investimento no aprendizado está entre as causas da problemática. Consoante ao economista Sir Arthur Lewis, “a educação nunca foi despesa, e sim um investimento com retorno garantido”. Analogamente, a pouca aplicação faz com que as escolas fiquem impossibilitadas de criar campanhas e oficinas para concientizar os jovens sobre os efeitos das drogas.
Além do investimento escasso, a falta de fiscalização também é um fator determinante. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostram que 80% dos jovens, com idades entre 13 e 15 anos, já utilizaram drogas lícitas ou ilícitas. Sob tal ótica, a fiscalização do governo e da família torna-se necessária para combater esse problema logo na adolescência dos indivíduos.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática. Sendo assim, o Estado deve investir mais em instituições de ensino para serem aplicadas em projetos e oficinas mostrando os malefícios das drogas. Além disso, o Estado juntamente com a Família, deve fiscalizar os jovens e não deixá-los infringir as leis. Destarte, os cidadãos podem ter um futuro sem dependência química e buscar um bem-estar para si.