Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 18/10/2019

Atualmente, observa-se ou aumenta os taxa de jovens que consomem bebidas alcoólicas. O álcool vai para o cérebro minutos depois de ingerido, provocando alterações na concentração e na capacidade reflexiva do ser humano. O jovem no seu total sofre grande pressão para beber, em grande parte esse consumo vem associado a drogas ilícitas. Causando assim, vários outros problemas, como dependência química, taquicardia ou até mesmo levando o usuário a óbito.

Ao contrário do que muitos pensam, o consumo de álcool no meio juvenil não tem ligação apenas com uma moda adolescente. Muitas dessas pessoas sofrem com crises - existenciais, de ansiedade ou depressão - além de outros problemas pessoais e sociais. Em virtude desses fatos e na falta de diálogo com os responsáveis ​​ou na ajuda profissional, as amostras são refutadas e uma falsa sensação de controle de álcool e drogas.

Além disso, uma iniciação prematura na ingestão de bebidas pode levar ao maior risco de gravidez indesejada, ou aumento de DST (Doença sexualmente transmissível) e violência sexual. Visto que, quando envolvido há uma desaceleração no sistema nervoso central, ou seja, provocar lentidão, falta de atenção e perda do poder de decisão consciente.

Com a proibição de vender bebidas alcoólicas a menores de idade foi sancionada por lei, porém é indiscutível que ela não é respeitada e comercialização de produtos com menos de 18 anos, continua. Dessa maneira, percebe-se a necessidade de maior cautela por parte da comunidade que se aplica dessa lei, além de caber ao governo associado ao Ministério da Educação e Saúde, uma criação de projetos que avaliam a saúde física e mental dos jovens, como palestras em escolas, acesso gratuito e continuação a psicólogos em postos de saúde e aconselhamento aos pais para entender como deve reagir e evitar o uso desses produtos no meio juvenil.