Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 18/10/2019

.Como representado no livro “quem é você Alasca” os adolescentes estão, a cada dia que passa se entregando ao mundo do álcool e das drogas. No livro mostra um menino que se muda recentemente para um internato no Alabama, e logo nos primeiros dias já é lhe oferecido cigarro e vodka ( bebida alcoólica ) diversas vezes, na maioria pelo colega de quarto, por pressão o jovem aceita tal substância com o objetivo de sentir-se aderido ao grupo. Tal situação pode ser comparada com a realidade de muitos jovens no Brasil, onde o consumo de drogas e substâncias alcoólicas aumentou exponencialmente em comparação com os anos anteriores. Isto se deve a 2 fatores: a má fiscalização da venda de substancias ilícitas para pessoas com menos de 18 anos e a falta de interesse de muitos pais em explicar aos seus filhos sobre os caminhos que as drogas e a ingestão de bebidas alcoólicas podem levar

. A priori, é válido reconhecer como esse panorama supracitado é capaz de limitar a própria cidadania do indivíduo. O comércio de substancias ilícito é deveras de uma baixa fiscalização, o que possibilita que muitos jovens possam ter acesso a drogas e bebidas alcoólicas em qualquer estabelecimento comercial. Incentivando ao uso das mesmas.

. Em segundo lugar é importante que os pais tenham um papel ativo na vida de seus filhos, tanto para horas boas; as quais envolvem a diversão em família; quanto para as horas ruins que requerem um cuidado especial; como o ensinamento. Devem educar os filhos de forma que saibam as consequências que um ato impulsivo na adolescência pode vir a gerar na vida adulta.

. Conclui-se, portanto, que para combater o impasse, medidas são necessárias. O ministério da justiça e segurança publica deve reforçar o modo como são fiscalizadas as vendas de drogas ilícitas, incluindo bebidas alcoólicas para pessoas menores de 18 anos de idade, por meio de programas de leis que caberia ao poder legislativo brasileiro a fim de controlar o mercado de drogas e preservar a saúde publica, principalmente para jovens. Outra solução seria que o ministério da educação em parceria com o ministério da saúde criem campanhas em escolas que cederia uma pequena parte do dia para aulas com profissionais das áreas da saúde e da pedagogia emocional, com o objetivo de conscientizar os jovens dos riscos eminentes para os que pretende fazer uso de substancias ilícito, tanto para com os mesmos e o próximo, quanto para o país.