Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 19/10/2019

Os riscos do aumento do consumo de álcool e drogas entre os jovens brasileiros é uma pauta frequente no século XXl. Esse consumo traz inúmeras desvantagens aos jovens, como o aumento do risco de morte. Ademais, deve-se citar também o vício nessas substâncias que podem prejudicar a vida dessas pessoas.

A priori, é importante ressaltar um conceito do sociólogo Durkheim chamado “coerção social” em que o indivíduo sente-se pressionado pelo grupo para realizar determinada ação. Esse conceito é visto na juventude que começa a beber devido a influência de colegas ou para se encaixar naquele meio social. Logo, resulta em um risco para vida desse adolescente, visto que segundo um estudo de 2012 publicado pela ONU, o álcool é o maior fator de risco de morte entre adolescentes de 15 a 19 anos.

Outrossim, pode-se citar também que essas substâncias causam vício nos usuários. Essa afirmação é demonstrada em seriados contemporâneos, como “Euphoria”, em que a personagem principal tem por volta de 17 anos e relata sobre sua dependência, recorrendo inclusive à uma internação em uma clínica de reabilitação que não foi efetiva. Essa situação é observada na nação brasileira ao observar lugares como a Cracolândia que possui um alto número de adolescentes dependentes vivendo naquele meio.

Em suma, conclui-se que os principais riscos do tema abordado são os crescentes índices de jovens mortos devido ao uso desse material e o vício no mesmo. Portanto, é mister que o Governo Federal em conjunto com o Poder Legislativo elabore uma lei que consiste em um projeto no qual a Polícia Federal rastreará, utilizando as imagens constantemente publicadas em redes sociais, os jovens menores de 18 anos que consomem essa espécie de produto, informando os responsáveis para que tomem as devidas providências. Caso isso não ocorra, os responsáveis podem perder a guarda do adolescente. Ademais, possibilitará a entrada e encaminhamento daqueles que estão em ambientes como a Cracolândia para centros de reabilitação, sendo a saída permitida apenas após o fim do tratamento. Dessa forma, resultaria na resolução da questão gradualmente.