Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 08/11/2019

O século XXI revolucionou o modo que as pessoas vivem e se relacionam como sociedade, e uma dessas consequências foi uma maior abertura para o uso do álcool e outras drogas. Os jovens brasileiros abusam dessa fragilidade e infligem leis constitucionais, não contribuindo para a melhora social, mas sim criando um novo problema com seus riscos, como doenças no psicológico. Por isso, é eminente o empasse do que culturalmente é chamado de “jeitinho brasileiro”.

Primeiramente, os adolescentes brasileiros, mesmo sabendo que faz parte de um crime, compram bebidas lícitas sem serem maiores de 18. Esse incentivo de consumo vem de filmes como " Projeto X", esse conta a história de menores de idade que fazem uma festa tão avassaladora, que até tropas de choque tentam impedi-la de destruir parte da cidade. Ou seja, um dos efeitos dessas drogas é a coragem sem controle, um perigo para pessoas que estão aprendendo o que é viver, pois podem instigar a criar ideias que comprometam sua vida inteira, algo bem retratado no filme com a queima da casa do dono da festa.

Segundamente, o índice de doenças como alcoolismo e depressão vem crescendo junto, de acordo com o IBGE. O vício começa de experiências na adolescência com entorpecentes para funcionar como uma forma de tratamento para a “Doença do século”, como toda a mídia demonstra com seus filmes tendenciosos e propagação explícita de comerciais mostrando pessoas felizes usufruindo de seus produtos tão ruins que vêm acompanhado de recomendações do Ministério da Saúde para seu uso consciente.

É evidente, portanto, as ameaças do crescimento da ingestão de alucinógenos por imaturos no território brasileiro. O governo deve fiscalizar melhor a Lei 8.069 /1990, art. 243 que tipifica como crime a venda de bebida alcoólica a menor de 18 anos, por meio de PECs visando maior punição ao ato, a fim de diminuir a venda destes itens aos jovens. Outra maneira é o Ministério da Saúde criar espaços para reabilitação de vícios, através de verbas governamentais e pelo método de acompanhamento psicológico dos pacientes, com o intuito de que o futuro do Brasil tenham habitantes competentes de tomar decisões corajosas e felizes com plena consciência.