Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 10/11/2019
Como forma de esquecer os problemas, ou por problemas psicológicos, muitas pessoas hoje em dia tem cada vez mais contato com o álcool e drogas, seja observando familiares e/ou amigos. Sobre isso, destaca-se que muitos começam desde cedo, devido a influências e curiosidade em experimentar tais substâncias. Além disso, evidencia-se casos de viciados (famosos) que gastaram muito dinheiro para satisfazerem-se.
Visto isso, aponta-se que entre os 13 e os 22 anos de idade, geralmente as pessoas tende a querer participar de determinados grupos sociais, na qual acabam com mudanças de comportamento e hábitos pelo fato de que foram influenciados a consumirem substâncias psicoativas. Segundo um estudo feito pela Universidade de Lowa nos EUA: “Mesmo as crianças que vêm de famílias que apresentam problemas com álcool não recebem a primeira bebida de seus familiares. Eles recebem os primeiros goles de seus amigos”, diz Samuel Kuperman (um dos autores do estudo e psiquiatra de crianças e adolescentes).
Vale também ressaltar, que há muitos casos de pessoas que ao começarem a consumir drogas e álcool, acabaram por dedicar-se muito a tal situação, gastando muito dinheiro por vício. Como no caso do ex-boxeador Mike Tyson, que revelou em seu podcast que fuma equivalente a R$ 164 mil em maconha todo mês. Além disso, cultivava a erva em um rancho, e investiu cerca de R$ 1,9 milhão na produção da droga. Não só esse famoso, como também Amy Winehouse (cantora) também se entregou às drogas, satisfazendo seus vícios e levando-a à morte.
Em virtude dos fatos mencionados, é necessário uma ação com campanhas e palestras em escolas para conscientização sobre as causas, sintomas e consequências do consumo de tais elementos, com exemplos de casos reais ocorridos no Brasil. Ademais, é imprescindível a não autorização dos pais à seus filhos de tais ações errôneas e que levam-nos à sérios riscos de saúde. Assim, tendo um alerta aos adultos para que sejam conscientizados e façam o mesmo aos seus filhos, diminuindo os riscos pelo aumento da deglutição de entorpecentes e etilismo.