Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 02/12/2019
Desrespeito. Morte. Violência. Esses exemplos que confirmam o processo do aumento do consumo de álcool e drogas pelos jovens brasileiros, Isso deve ser enfrentado, uma vez que, diariamente, a sociedade é vítima dessa questão. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema com tornos específicos, em virtude da falta de racionalidade e ausência de leis em torno do tema.
Em primeira análise, a lacuna de pensamento racional mostra-se como um dos desafios à resolução do problema. Segundo Hegel, um dos filósofos mais importante da história, a razão rege o mundo. No entanto, verifica-se uma atuação da irracionalidade na questão do utilização de substância tóxica, isto faz com que, muitas vezes, conseguimos enxergar alguns “impedimentos” que nos colocamos para usarmos intensamente a empatia: Preconceito, autoridade e distância. O preconceito é como uma venda em nossos olhos, é um julgamento feito em um momento considerando informações superficiais, sem comprovação; é um estereótipo do qual devemos fugir. Ao exercer enorme influências sobre os indivíduos, o governo foi utilizada como desculpa para cumprir tarefas execráveis. Também, não só a distância física, mas a temporal e, principalmente, a social, nos induzem a ser menos empáticos para esses ser humanos que necessitam de ajuda para ter uma vida digna.
Além disso, no Brasil, há insuficiência de leis para punir a juventude que consome bebidas e drogas sem qualquer respeito e prudência. Dessa forma, o judiciário apresenta soluções imediatas que não sanam o problema de forma permanente e eficaz, como a lei seca, que diminuiu o álcool no volante, mas ainda existem jovens que a desrespeita e não são punidos. Tal carência leva motoristas e até mesmo pedestres a propiciar consideráveis danos, tendo como exemplos, acidentes, falecimentos e crime contra a honra. À vista disso, a criação de leis competentes é imprescindível para extinção de tais delitos, uma vez que a visibilidade, em determinados casos, até mesmo em extensão nacional, promove preocupação momentânea, mas que, no decorrer do tempo, torna-se algo indiferente e esquecido pela sociedade, e, deste modo, seus motivadores não são responsabilizados na proporção de suas condutas.
Portanto, o Governo Federal deve, por meio do Ministério das Comunicações, desenvolver acordos com as mídias comunicativas, a fim de esclarecer o direito constitucional de direito social, esta que deve ser totalmente explícita e não regida de especulações alienáveis. Ademais, o Ministério da Educação deve reformular e manter os mecanismos de ensino para o desenvolvimento da compreensão sobre álcool e o agir consciente da sociedade perante aos conhecimentos recebidos, criando fóruns de debate e estabelecendo campanhas de promoção ao desempenho do saber coletivo.