Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 16/07/2020

Drogas: a prática não leva à perfeição.

O consumo de drogas pelos jovens brasileiros têm aumentado diariamente, trazendo riscos e limitando a própria cidadania do indivíduo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a terminologia droga refere-se a toda substância que, por sua natureza química, tem a propriedade de afetar a estrutura e produz alterações no funcionamento do organismo. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: as pressões sociais e a falta de fiscalização de estabelecimentos que vendem drogas para menores.

Sendo pertinente ainda na atualidade, é válido trazer o discurso do filósofo Rousseau: “O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. Tal situação fica evidente após uma pesquisa feita pelo IBGE a qual mostra que 70% dos adolescentes já ingeriram bebida alcoólica, uma estatística alarmante visto que o consumo precoce pode potencializar dependência tal como conflitos nas relações interpessoais.

Ademais, a falta de fiscalização de estabelecimentos contribui para a problemática. Paradoxalmente ao incluído no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), diversos comércios visam lucro e descriminalizam a venda de tais produtos, podendo resultar em acidentes ou doenças para com os menores.

Dito isso, para combater os riscos do aumento do consumo de drogas pelos jovens brasileiros são necessárias alternativas concretas que tenham como protagonistas a tríade Estado, escola e mídia. O estado, por seu caráter abarcativo, deverá promover políticas públicas que visem conscientizar a população; a escola, formadora de caráter, deverá criar palestras sobre os riscos os quais os estudantes estão submetidos; a mídia, último poder, deverá veicular campanhas de divulgação. Somente assim, tirando os empecilhos, construir-se- á um Brasil melhor.