Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil
Enviada em 26/11/2020
O Ultrarromantismo brasileiro do século XIX é conhecido por ter uma poesia pessimista, que mostrava a vida desregrada vivida por estes jovens, como o abuso de drogas e muitas festas. Nessa perspectiva, atualmente, percebe-se que o consumo de álcool e drogas tem se tornado muito comum entre os jovens. Isso é um fator preocupante, visto que tais químicos podem prejudicar a saúde e a vida social dos indivíduos.
É relevante abordar, primeiramente, que a medida que ocorre o consumo precoce do álcool, existe uma maior propensão de se desenvolverem doenças. Embora a legislação no Brasil autorize o uso a indivíduos maiores de 18 anos, não é difícil os menores adquiri-las em bares, supermercados e lojas de conveniência, visto que a fiscalização nesses locais é baixa. Consequentemente, com tal facilidade os adolescentes aumentam a ingestão e se expõem ao risco de mal desenvolvimento da memória, queda no rendimento escolar, envolvimento em acidentes e aquisição de doenças sexualmente transmissíveis.
Paralelo a isso, além do uso da droga lícita ocorre também o consumo da ilícita na juventude. Segundo uma recente pesquisa publicada pela ONU (Organização das Nações Unidas), informa que quanto mais cedo se inicia o uso de drogas permitidas, mais provável é a utilização de substâncias “mais pesadas”, como por exemplo a cocaína. Logo, os efeitos dessa química torna o jovem com um comportamento agressivo interferindo na interação social com familiares e amigos. Portanto, é preciso reforçar as relações familiares e combater a venda dos entorpecentes na sociedade.
Dessa maneira, é preciso mudar essa relação, de adolescente e uso de drogas. Para isso, é necessário que o Ministério Público (MP) juntamente com as prefeituras fiscalizem o cumprimento da Lei Antiálcool por meio de visitas aos estabelecimentos para evitar a venda e ingestão pelos menores. Cabe também ao Estado combater o tráfico de substância ilegais com fiscalizações constantes, para assim reduzir o seu comércio. Além disso, as escolas e familiares tem um papel fundamental em analisar o comportamento e conscientizar esses cidadãos referentes as consequências desse uso, por meio de diálogos e debates e evitar que isso se propague entre os adolescentes. Dessa forma, preservaremos a saúde e cuidaremos do futuro das próximas gerações.